Taboo
Crédito: divulgação

A banda mineira Taboo disponibilizou no YouTube o clipe feito para a faixa “Sol do Sertão”. Dirigido, filmado e editado por Tomás Gomes, o vídeo mostra a vida simples e dura no sertão nordestino, marcado pelo clima semiárido e pela fé católica de quem ali habita.

“Adentramos no coração do Sertão da nossa região para procurar a locação ideal para o projeto. As imagens foram filmadas em uma casa gentilmente emprestada por dois moradores da zona rural do Norte de Minas,” conta o baterista Matheus Leite.

Além dele, formam o grupo Lucas Nobre (vocal e guitarra), Michelle Marques (guitarra) e Max Dias (baixo). A letra da canção, que mistura rock psicodélico, baião e ijexá, retrata a dureza do calor e suor sertanejo com otimismo e esperança.

Em 2019, a Taboo lançou o EP Valência e agora prepara seu primeiro álbum completo.

Vito Velasso

Vito Velasso
Crédito: Sillas H.

O cantor, compositor e produtor mineiro João Vitor, que assina artisticamente como Vito Velasso, liberou nos serviços de streaming o álbum interminável dança dos sonhos.

O disco, que sucede o EP visual O Amor é um Lindo Caminho até a Morte (2021), apresenta 13 músicas que misturam low trap, dance music, experimental, MPB, soul music e rap. As letras do trabalho abordam desde questões cotidianas até inquietações com a vida em sociedade.

Bl4ck

Bl4ck
foto: divulgação

O rapper baiano Ian Lisboa, mais conhecido como Bl4ck, lançou nas plataformas digitais o clipe do single “Bl4ckstar”.

Dirigido por Junior Black, o vídeo mostra o artista dando um rolê de moto e vivendo momentos do dia a dia na favela. A partir de suas composições, Bl4ck busca motivar jovens periféricos a investirem em conhecimento para lutar por uma realidade mais justa.

“Cada verso carrega o verdadeiro significado de ser uma Estrela Preta, que é reviver o brilho daqueles que lutaram por nós e hoje são estrelas no céu. Ao decorrer da música, as estrofes ainda ressaltam a importância de nos distanciarmos daqueles que querem falar como nós, ter a nossa cor, nossas vestes, mas não o nosso sofrimento. E o quanto é doloroso ter que reivindicar espaço em uma cultura fundada e construída pelo meu próprio povo,” comenta o artista.

Ele, que acredita na literatura, arte e na cultura como ferramentas para combater a desigualdade racial, se tornou vencedor de uma das principais batalhas de rima do Brasil, o Red Bull FrancaMente, que retorna à terceira edição neste ano.

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